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quarta-feira, 11 de julho de 2012

FotografiaEditorial
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Link do Vídeo no YOUTUBE
Link do Portfólio G2 Editorial

Aula de Fotografia Editorial 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Tema : Cristais Utilizando Gelatina Vermelha no Fundo   Usando Rádio Flash 
Abertura 9 Velocidade 125 ISO 200
Distância Focal 50mm





Ensaio Baseado no BRIEFING: Texto de Guita Deber Envelhecimento Precoce

 MODELO: Alessandra Velasques 
Fotografia: Priscila Van Lare
Produção em Grupo: Alessandra Santos, Talita Schmidt, 
Jaqueline Arnhold, Calebe Lunardi, 
Cristian Perroni e Marta Gomes

Luz Halógena e uso de Rebatedor Prata
Maquiagem: Talita Schmidt 



Ensaio realizado com Briefing de Moda Inverno, iluminação de flash eletrônico, com uso de rebatedor.
Modelos : Édi Borba da Costa e Fabi Viegas
Fotografia : Priscila Van Lare
Editorial 2012/01- G2

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Iluminação
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires




Aula de Iluminação 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Tema : Objetos Translúcidos
Fotografia : Priscila Van Lare Iluminação com utilização de colméia e gelatina para colorir o fundo .




Aula de Iluminação 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Tema : Produtos   Fotografia : Priscila Van Lare ISO 100 Velocidade 1/125 segundos e abertura 8




Aula de Iluminação 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Iluminação Ambiente  Tema : Pães   Fotografia : Priscila Van Lare



Aula de Fotografia Editorial
Professor: Fernando Pires Fotografia
Produção em Grupo Máfia Anos 30 
Fotografia: Priscila Van Lare
Makeup & Styling: Márcia Nascente 
Styling: Débora Maria Quaresma CST em Moda ULBRA Modelos: Fabi Viegas Atriz, Geraldo A.Pagliarini
Agradecimento especial ao Sr.Gorski do "Veteran Car Club de Porto Alegre", pela colaboração e paciência, com a Produção Fotográfica: ANOS 30 - MÁFIA Agradecimentos a todos os colegas do CST Fotografia / ULBRA que estiveram presente.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Briefing de Moda
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Robe e Roupão são parecidos mais o roupão sempre é feito de tecido felpudo, com frente transpassada e 
faixa na cintura, próprio para uso ao sair do banho.


Texto do livro Por dentro da Moda 
Autora  Dinah Bueno Pezzolo



 



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Laboratório Preto e Branco
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

 f8/15s - 10s a mais na modelo feminina
Modelos: Jossiê Haubert e Poliana Aguiar

 f8/12s
Modelos: Jossiê Haubert e Poliana Aguiar



 f8/15s
Modelos: Jossiê Haubert e Poliana Aguiar



f8/8s        -         f8/1.5s




quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sistema de Zonas
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires


            O Sistema de Zonas é uma técnica, desenvolvida por Ansel Adams e Fred Archer por volta de 1940, para determinar a melhor exposição possível para um filme fotográfico, a fim de obter o melhor resultado final nas imagens impressas. Este sistema baseia-se numa escala de tons, dividida em zonas, que vai do preto máximo ao branco puro, como mostrado na Ilustração 1 abaixo:  


Ilustração 1: Escala de Tons



            A escala de tons vai da zona 0 (preto máximo) à zona X (branco puro), passando pela zona V que é a zona referente aos meios-tons ou cinza médio correspondente a 18% de refletância. Segundo estudos a maioria dos objetos refletem 18% da luz que incide sobre eles. No processo fotográfico, à medida que nos afastamos da zona V em direção às extremidades vamos perdendo informações como a textura e o contraste. A Ilustração 2 mostra uma descrição simplificada de cada zona.



Ilustração 2: Tabela de Zonas


            Diferentemente, da visão humana, o processo fotográfico não consegue captar todos os detalhes de uma imagem, assim torna-se necessário um planejamento adequado para que se consiga uma fotografia com o mínimo de perdas que ocorrem principalmente nas áreas muito escuras ou nas com muita luminosidade. Apesar, de esta técnica ter sido desenvolvida para trabalhos com filmes preto e branco, também pode ser aplicada para filmes coloridos e fotografia digital.
            Muitas vezes as cenas que estão sendo fotografadas possuem diferentes pontos de refletância  que vão dos tons mais claros aos mais escuros, porém o fotômetro realiza a medição levando em consideração os meios-tons, realizando assim, a exposição adequada para os elementos que estão na Zona V.  A Ilustração 3 mostra um exemplo da escala de tons no sistema de zonas.



Ilustração 3: Escala de Tons no Sistema de Zonas

            A diferença de uma zona para outra vizinha equivale a um ponto de diafragma ou velocidade, que pode ser para baixo ou para cima, ou seja, mais escuro ou mais claro.
            O sistema de zonas não serve apenas para representar um assunto fotografado da maneira mais realística possível, com este método é possível representar uma determinada região com qualquer zona, dependendo da interpretação desejada. Para isto teremos de manipular o filme através de sub-revelações ou super-revelações. Quando fazemos o teste do filme determinamos uma revelação normal ( N ), a partir deste tempo determinamos os outros tempos de revelação para deslocarmos uma zona clara para mais clara ( N+ ) ou para mais cinza (N -). Costumamos representar uma revelação que desloca uma zona para mais como N+1, deslocando duas zonas N+2, etc. O mesmo acontece para menos. Estes tempos devem ser determinados via teste.

Bibliografia

ADAMS, Ansel. O negativo. São Paulo: SENAC, 1999-2000.


site pesquisado http://raphaelfraga.wordpress.com/2009/09/22/ansel-adams-sistema-de-zonas/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Iluminação
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

                                                                                                                                                               
Fotografia usando a técnica chamada de light painting

O que é Luz?

É uma onda eletromagnética, cujo comprimento situa-se dentro de um intervalo, no qual a luz visível é apenas uma pequena parte ao qual o olho humano é sensível. A radiação eletromagnética vai do infravermelho ao ultravioleta, e suas principais grandezas básicas são Intensidade (ou amplitude), frequência e polarização (ângulo de vibração).
No caso da luz visível, O brilho tem relação com a intencidade e a cor tem relação com a frequência da onda eletromagnética. A luz na fotografia é essencial, não só para que o processo aconteça, como também para criar climas, volumes e texturas. Para saber sobre tipos de iluminação http://fosgrafe.com/index.php/tipos-de-iluminacao.


Cartão Cinza 


Qualquer cartão de cor neutra, colocado geralmente ao lado da cena como referência de cor, e retirado antes de bater a foto.
Para fotografar um objeto pouco comum, utiliza se um cartão cinza com refletancia de 18 por cento (o índice de 18 corresponde à reflexão média dos objetos).
Um Cartão Cinza ou Gray Card (em inglês) é como seu próprio nome diz, um pedaço de papel impresso
em um tom de cinza neutro que tem a capacidade de refletir a luz que incide sobre ele para que o fotômetro de uma câmera fotográfica tenha maior facilidade para analisá-la para determinar um valor de exposição correto.


Cartão Colorido (ColorChecker)


O cartão colorido ou colorchecker, é basicamente um cartão dividido em 24 quadrados coloridos abrangendo uma vasta combinação de cores, que representam alguns objetos de interesse especial como por exemplo a pele, fuligem e o azul celeste. Refletem a luz de maneira uniforme em todas as partes do espectro visível, o que possibilita combinar as cores dos objetos fotografados sob qualquer tipo de iluminação, seja natural ou artificial,para obter um balanço de cores fiel .

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Slow Food
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos fundada em 1989 como resposta aos efeitos padronizantes do fast food. O Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, conjugando o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. Hoje conta com mais de 100.000associados que formam e mantêm nosso movimento.


site http://www.slowfoodbrasil.com/

terça-feira, 24 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

Conceito de Fotografia Editorial
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires




Na fotografia editorial  se coloca os créditos com todos os envolvidos, não se relaciona a venda de produtos como na fotografia publicitária, seu propósito é ilustrar e não fazer propaganda. A fotografia editorial pode estar presente em jornais,revistas e outros meios de comunicação visual.

Low Key
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Low Key fotografia com pequena utilização de luz , de preferência usar um fundo escuro preto, utilizar luz em pequenos detalhes do assunto a ser fotografado, se analisar o histograma a maioria dos pontos da imagem estarão do lado esquerdo.

Fotografia : Priscila Van Lare

Editorial/Ulbra
Professor : Fernando Pires Fotografia

High Key
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Hi Key fotografia com utilização de muita luz, se analisar o histograma se percebe que a maioria dos pontos da imagem se encontram no lado direito , mais mesmo com muita luz ainda mantém os detalhes e texturas essenciais da foto. Para fazer uma foto high key usar um fundo claro, utilizar pequenos detalhes para dar o contraste como cores de objetos, roupas ou olhos, usar luz natural ou flash para deixar a cena bem iluminada.Cuidado para não estourar e perder os detalhes da imagem.

Fotografia : Priscila Van Lare 
Modelo e Maquiagem : Talita Schmidt

Editorial/Ulbra
Professor : Fernando Pires Fotografia

Fotografias produzidas para a disciplina de Fotografia Editorial
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires





Tema : Produtos de Beleza 
Fotografia Priscila Van Lare
Professor : Fernando Pires Fotografia

Aula de Editorial com mesa still e luzes contínuas .





Meu Brunch de Páscoa
Fotografia : Priscila Van Lare
Produção : Nei Van Lare 


Fotografia usando luz natural.
4° Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre

Grupo O Buraco D'Oráculo de São Paulo
Espetáculo :  "Ser Tão Ser Narrativas de Outra Margem"
Fotografia : Priscila Van Lare
Ator : Adailton Alves
Professor : Fernando Pires Fotografia
Atividade Individual
 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Dica : Na fotografia de Teatro não se usa photoshop e nem flash. 


quarta-feira, 18 de abril de 2012

Fotograma
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires




É uma técnica que não necessita de câmera fotográfica , no lugar da câmera usa o ampliador onde tudo é feito com a luz adequada no laboratório, coloca-se o papel fotográfico, com a emulsão voltada para cima, na base do ampliador. Em cima do papel fotográfico são colocados os objetos translúcidos escolhidos para o fotograma, após liga-se o ampliador. O tempo de exposição varia de acordo com o resultado que se quer, com mais contraste ou menos contraste, para um melhor resultado é bom fazer testes com tempos de exposição diferenciados.

Abaixo fotogramas produzidas em aula com o ampliador usando diafragma 8 :

                                             Tempo de exposição 3 segundos


                                            Tempo de exposição 11 segundos


                                             Tempo de exposição  9 segundos

Pinhole
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires


É uma técnica de fotografia que usa câmeras artesanais , podem ser feitas com caixas de papel ou latas de alumínios entre outros materiais , não necessita de lentes, no lugar tem um orifício onde a luz passa e grava a imagem no papel fotográfico que esta dentro da câmera pinhole, esse orifício deve ser o menor possível para garantir um imagem mais nítida e focada, o furo pode ser feito com uma agulha, o tempo de exposição pode variar dependendo da iluminação do local onde a captura da foto vai ser feita.

Para saber mais sobre pinhole e como construir uma acesse o site: http://www.eba.ufmg.br/cfalieri/frame.html.
   


Abaixo fotos feitas com câmera pinhole construída com uma lata :

Ambiente com pouca luz- tempo de exposição 22 minutos
 Acima  Negativo          Abaixo Positivo


Ambiente com muita luz tempo de exposição 4 segundos
  Acima  Negativo          Abaixo Positivo
                                                 
    Tempo de exposição 28 minutos
 Acima  Negativo             Abaixo Positivo

terça-feira, 27 de março de 2012

Processo de Revelação em Preto e Branco
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires



        O processo de revelação em preto e branco consiste basicamente de uma sequencia de tarefas que devem ser realizadas adequadamente para conseguir ao final uma fotografia bem revelada. Este processo deve ser realizado em uma sala escura ou com luz adequada. Além disto, é recomendado a utilização de equipamentos de segurança como luvas e óculos de proteção devido a utilização de produtos químicos e ter um exaustor ligado quando estiver trabalhando no laboratório ou outro sistema de ventilação. Cada etapa do processo envolve um produto químico específico: O revelador, o interruptor,o fixador e para finalizar temos a água para limpar o papel fotográfico dos químicos anteriores. Cada produto deve estar disposto em bacias, uma ao lado da outra com um espaçamento entre elas.

        Após realizada a exposição da imagem desejada no papel fotográfico, através da utilização do ampliador, deve-se somente com a luz adequada no laboratório começar o processo, primeiro mergulhar na bacia com o revelador lembrando de balançar levemente a bacia ,o papel deve ficar nesta bacia por um minuto e meio, a seguir deve-se pegar o papel com uma pinça e deixar escorrer por um instante, em seguida usando outra pinça para manipulação deve-se mergulhar na bacia do interruptor deixando trinta segundos. Na próxima etapa deve-se novamente escorrer o papel e mergulhar na bacia do fixador por cinco minutos e para finalizar mergulhar o papel fotográfico na bacia de água para limpar os químicos anteriores, onde o papel deve permanecer por 10 minutos e a seguir a fotografia pode ser colocada numa secadora.

         Trata-se de um processo relativamente simples, porém é necessário seguir todas as etapas corretamente e prestando atenção nas instruções de utilização dos produtos químicos e especificações do papel fotográfico,ao final de todas estas etapas tem-se a fotografia finalizada com bom resultado caso tenha ocorrido tudo certo , é estimulante ver a imagem começando aparecer quando mergulhamos no revelador e ao final das etapas ter a fotografia pronta é ótimo.

Autor Priscila Van Lare
Relato de experiência prática na aula de laboratório preto e branco