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terça-feira, 25 de setembro de 2012

O que é Fotografia Publicitária e Layout?
Ulbra 2012/2 Prof. Fernando Pires

 A fotografia publicitária tem o objetivo e a função de vender um produto ou propagar uma ideia .
A diferença da foto publicitária em comparação à foto jornalística, 
esta na possibilidade de manipular uma imagem publicitária.
A fotografia jornalística requer veracidade e objetividade, não poder haver as maquiagens, os destaques e manipulações digitais que uma foto publicitária utiliza.
 Todas as fotos publicitárias devem ser feitas a partir de um tema, que é especificado por exemplo pelo diretor de arte da agência. Este tema é chamado de layout, e é utilizado para saber a visão do cliente , o que exatamente o cliente quer e executá-lo da melhor maneira possível. 
O fotógrafo tem como dever, seguir o layout.
 Layout é um esboço ao qual é mostrado a distribuição física juntamente com o tamanhos de elementos como texto, gráficos ou figuras em um determinado espaço.



                    http://www.dicionarioinformal.com.br/layout/


Lei  nº 9.610 + Artigos que defendem os fotógrafos:


Constituição Federal
Art. 215 - O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.

Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade.

Direitos Autorais
Lei nº 9.610 de 19.02.98

Art. 48º. As obras situadas permanentemente em logradouros públicos podem ser representadas livremente, por meio de pinturas, desenhos, fotografias e procedimentos audiovisuais.

Art. 79: 

" O autor de obra fotográfica tem direito a reproduzi-la e colocá-la à venda, observadas as restrições à exposição, reprodução e venda de retratos, e sem prejuízo dos direitos de autor sobre a obra fotografada, se de artes plásticas protegidas.
§ 1º A fotografia, quando utilizada por terceiros, indicará de forma legível o nome do seu autor.
§ 2º É vedada a reprodução de obra fotográfica que não esteja em absoluta consonância com o original, salvo prévia autorização do autor."

A norma é, sinteticamente, completa.
Os dois parágrafos dizem respeito aos direitos morais do fotógrafo: o de ter sua obra respeitada na íntegra, cabendo somente a ele modificá-la ou alterá-la, e o de ter seu nome impresso junto à obra por ocasião de sua publicação.

Art. 24. São direitos morais do autor:
I - o de reivindicar, a qualquer tempo, a autoria da obra;
II - o de ter seu nome, pseudônimo ou sinal convencional indicado ou anunciado, como sendo o do autor, na utilização de sua obra;
III - o de conservar a obra inédita;
IV - o de assegurar a integridade da obra, opondo-se a quaisquer modificações ou à prática de atos que, de qualquer forma, possam prejudicá-la ou atingi-lo, como autor, em sua reputação ou honra;
V - o de modificar a obra, antes ou depois de utilizada;
VI - o de retirar de circulação a obra ou de suspender qualquer forma de utilização já autorizada, quando a circulação ou utilização implicarem afronta à sua reputação e imagem;
VII - o de ter acesso a exemplar único e raro da obra, quando se encontre legitimamente em poder de outrem, para o fim de, por meio de processo fotográfico ou assemelhado, ou audiovisual, preservar sua memória, de forma que cause o menor inconveniente possível a seu detentor, que, em todo caso, será indenizado de qualquer dano ou prejuízo que lhe seja causado.
§ 1º Por morte do autor, transmitem-se a seus sucessores os direitos a que se referem os incisos I a IV.
§ 2º Compete ao Estado a defesa da integridade e autoria da obra caída em domínio público.
§ 3º Nos casos dos incisos V e VI, ressalvam-se as prévias indenizações a terceiros, quando couberem.”

Fontes : http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm
             http://www2.uol.com.br/direitoautoral/artigo02.htm

Fotografia Publicitária Ulbra 2012/2 Prof. Fernando Pires

Foto baseada no Layout do Suco para aula de fotografia publicitária
Luz Ambiente usando uma lente 50 mm

Foto produzida com Layout livre
Tributo à Hércules Florence
Pioneiro da fotografia no Brasil
Produção em grupo com Betiele Mallmann da Costa, Daniela Radavelli,Danielle Raupp Borba,Davi Santos e Rafael Benetti Rohden.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

FotografiaEditorial
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Link do Vídeo no YOUTUBE
Link do Portfólio G2 Editorial

Aula de Fotografia Editorial 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Tema : Cristais Utilizando Gelatina Vermelha no Fundo   Usando Rádio Flash 
Abertura 9 Velocidade 125 ISO 200
Distância Focal 50mm





Ensaio Baseado no BRIEFING: Texto de Guita Deber Envelhecimento Precoce

 MODELO: Alessandra Velasques 
Fotografia: Priscila Van Lare
Produção em Grupo: Alessandra Santos, Talita Schmidt, 
Jaqueline Arnhold, Calebe Lunardi, 
Cristian Perroni e Marta Gomes

Luz Halógena e uso de Rebatedor Prata
Maquiagem: Talita Schmidt 



Ensaio realizado com Briefing de Moda Inverno, iluminação de flash eletrônico, com uso de rebatedor.
Modelos : Édi Borba da Costa e Fabi Viegas
Fotografia : Priscila Van Lare
Editorial 2012/01- G2

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Iluminação
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires




Aula de Iluminação 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Tema : Objetos Translúcidos
Fotografia : Priscila Van Lare Iluminação com utilização de colméia e gelatina para colorir o fundo .




Aula de Iluminação 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Tema : Produtos   Fotografia : Priscila Van Lare ISO 100 Velocidade 1/125 segundos e abertura 8




Aula de Iluminação 2012/1 - G2
Professor : Fernando Pires Fotografia
Iluminação Ambiente  Tema : Pães   Fotografia : Priscila Van Lare



Aula de Fotografia Editorial
Professor: Fernando Pires Fotografia
Produção em Grupo Máfia Anos 30 
Fotografia: Priscila Van Lare
Makeup & Styling: Márcia Nascente 
Styling: Débora Maria Quaresma CST em Moda ULBRA Modelos: Fabi Viegas Atriz, Geraldo A.Pagliarini
Agradecimento especial ao Sr.Gorski do "Veteran Car Club de Porto Alegre", pela colaboração e paciência, com a Produção Fotográfica: ANOS 30 - MÁFIA Agradecimentos a todos os colegas do CST Fotografia / ULBRA que estiveram presente.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Briefing de Moda
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Robe e Roupão são parecidos mais o roupão sempre é feito de tecido felpudo, com frente transpassada e 
faixa na cintura, próprio para uso ao sair do banho.


Texto do livro Por dentro da Moda 
Autora  Dinah Bueno Pezzolo



 



quarta-feira, 4 de julho de 2012

Laboratório Preto e Branco
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

 f8/15s - 10s a mais na modelo feminina
Modelos: Jossiê Haubert e Poliana Aguiar

 f8/12s
Modelos: Jossiê Haubert e Poliana Aguiar



 f8/15s
Modelos: Jossiê Haubert e Poliana Aguiar



f8/8s        -         f8/1.5s




quarta-feira, 27 de junho de 2012

Sistema de Zonas
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires


            O Sistema de Zonas é uma técnica, desenvolvida por Ansel Adams e Fred Archer por volta de 1940, para determinar a melhor exposição possível para um filme fotográfico, a fim de obter o melhor resultado final nas imagens impressas. Este sistema baseia-se numa escala de tons, dividida em zonas, que vai do preto máximo ao branco puro, como mostrado na Ilustração 1 abaixo:  


Ilustração 1: Escala de Tons



            A escala de tons vai da zona 0 (preto máximo) à zona X (branco puro), passando pela zona V que é a zona referente aos meios-tons ou cinza médio correspondente a 18% de refletância. Segundo estudos a maioria dos objetos refletem 18% da luz que incide sobre eles. No processo fotográfico, à medida que nos afastamos da zona V em direção às extremidades vamos perdendo informações como a textura e o contraste. A Ilustração 2 mostra uma descrição simplificada de cada zona.



Ilustração 2: Tabela de Zonas


            Diferentemente, da visão humana, o processo fotográfico não consegue captar todos os detalhes de uma imagem, assim torna-se necessário um planejamento adequado para que se consiga uma fotografia com o mínimo de perdas que ocorrem principalmente nas áreas muito escuras ou nas com muita luminosidade. Apesar, de esta técnica ter sido desenvolvida para trabalhos com filmes preto e branco, também pode ser aplicada para filmes coloridos e fotografia digital.
            Muitas vezes as cenas que estão sendo fotografadas possuem diferentes pontos de refletância  que vão dos tons mais claros aos mais escuros, porém o fotômetro realiza a medição levando em consideração os meios-tons, realizando assim, a exposição adequada para os elementos que estão na Zona V.  A Ilustração 3 mostra um exemplo da escala de tons no sistema de zonas.



Ilustração 3: Escala de Tons no Sistema de Zonas

            A diferença de uma zona para outra vizinha equivale a um ponto de diafragma ou velocidade, que pode ser para baixo ou para cima, ou seja, mais escuro ou mais claro.
            O sistema de zonas não serve apenas para representar um assunto fotografado da maneira mais realística possível, com este método é possível representar uma determinada região com qualquer zona, dependendo da interpretação desejada. Para isto teremos de manipular o filme através de sub-revelações ou super-revelações. Quando fazemos o teste do filme determinamos uma revelação normal ( N ), a partir deste tempo determinamos os outros tempos de revelação para deslocarmos uma zona clara para mais clara ( N+ ) ou para mais cinza (N -). Costumamos representar uma revelação que desloca uma zona para mais como N+1, deslocando duas zonas N+2, etc. O mesmo acontece para menos. Estes tempos devem ser determinados via teste.

Bibliografia

ADAMS, Ansel. O negativo. São Paulo: SENAC, 1999-2000.


site pesquisado http://raphaelfraga.wordpress.com/2009/09/22/ansel-adams-sistema-de-zonas/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Iluminação
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

                                                                                                                                                               
Fotografia usando a técnica chamada de light painting

O que é Luz?

É uma onda eletromagnética, cujo comprimento situa-se dentro de um intervalo, no qual a luz visível é apenas uma pequena parte ao qual o olho humano é sensível. A radiação eletromagnética vai do infravermelho ao ultravioleta, e suas principais grandezas básicas são Intensidade (ou amplitude), frequência e polarização (ângulo de vibração).
No caso da luz visível, O brilho tem relação com a intencidade e a cor tem relação com a frequência da onda eletromagnética. A luz na fotografia é essencial, não só para que o processo aconteça, como também para criar climas, volumes e texturas. Para saber sobre tipos de iluminação http://fosgrafe.com/index.php/tipos-de-iluminacao.


Cartão Cinza 


Qualquer cartão de cor neutra, colocado geralmente ao lado da cena como referência de cor, e retirado antes de bater a foto.
Para fotografar um objeto pouco comum, utiliza se um cartão cinza com refletancia de 18 por cento (o índice de 18 corresponde à reflexão média dos objetos).
Um Cartão Cinza ou Gray Card (em inglês) é como seu próprio nome diz, um pedaço de papel impresso
em um tom de cinza neutro que tem a capacidade de refletir a luz que incide sobre ele para que o fotômetro de uma câmera fotográfica tenha maior facilidade para analisá-la para determinar um valor de exposição correto.


Cartão Colorido (ColorChecker)


O cartão colorido ou colorchecker, é basicamente um cartão dividido em 24 quadrados coloridos abrangendo uma vasta combinação de cores, que representam alguns objetos de interesse especial como por exemplo a pele, fuligem e o azul celeste. Refletem a luz de maneira uniforme em todas as partes do espectro visível, o que possibilita combinar as cores dos objetos fotografados sob qualquer tipo de iluminação, seja natural ou artificial,para obter um balanço de cores fiel .

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Slow Food
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

O Slow Food é uma associação internacional sem fins lucrativos fundada em 1989 como resposta aos efeitos padronizantes do fast food. O Slow Food segue o conceito da ecogastronomia, conjugando o prazer e a alimentação com consciência e responsabilidade, reconhecendo as fortes conexões entre o prato e o planeta. Hoje conta com mais de 100.000associados que formam e mantêm nosso movimento.


site http://www.slowfoodbrasil.com/

terça-feira, 24 de abril de 2012

sábado, 21 de abril de 2012

Conceito de Fotografia Editorial
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires




Na fotografia editorial  se coloca os créditos com todos os envolvidos, não se relaciona a venda de produtos como na fotografia publicitária, seu propósito é ilustrar e não fazer propaganda. A fotografia editorial pode estar presente em jornais,revistas e outros meios de comunicação visual.

Low Key
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Low Key fotografia com pequena utilização de luz , de preferência usar um fundo escuro preto, utilizar luz em pequenos detalhes do assunto a ser fotografado, se analisar o histograma a maioria dos pontos da imagem estarão do lado esquerdo.

Fotografia : Priscila Van Lare

Editorial/Ulbra
Professor : Fernando Pires Fotografia

High Key
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires

Hi Key fotografia com utilização de muita luz, se analisar o histograma se percebe que a maioria dos pontos da imagem se encontram no lado direito , mais mesmo com muita luz ainda mantém os detalhes e texturas essenciais da foto. Para fazer uma foto high key usar um fundo claro, utilizar pequenos detalhes para dar o contraste como cores de objetos, roupas ou olhos, usar luz natural ou flash para deixar a cena bem iluminada.Cuidado para não estourar e perder os detalhes da imagem.

Fotografia : Priscila Van Lare 
Modelo e Maquiagem : Talita Schmidt

Editorial/Ulbra
Professor : Fernando Pires Fotografia

Fotografias produzidas para a disciplina de Fotografia Editorial
Ulbra 2012/1 Prof. Fernando Pires





Tema : Produtos de Beleza 
Fotografia Priscila Van Lare
Professor : Fernando Pires Fotografia

Aula de Editorial com mesa still e luzes contínuas .





Meu Brunch de Páscoa
Fotografia : Priscila Van Lare
Produção : Nei Van Lare 


Fotografia usando luz natural.
4° Festival de Teatro de Rua de Porto Alegre

Grupo O Buraco D'Oráculo de São Paulo
Espetáculo :  "Ser Tão Ser Narrativas de Outra Margem"
Fotografia : Priscila Van Lare
Ator : Adailton Alves
Professor : Fernando Pires Fotografia
Atividade Individual
 em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Dica : Na fotografia de Teatro não se usa photoshop e nem flash.